O bordão A vida presta, popularizado por Fernanda Torres após o sucesso do filme Ainda Estou Aqui, está no centro de uma disputa de marca registrada no INPI. O caso envolve outra candidata ao uso exclusivo da expressão.
Segundo o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), o pedido da frase foi feito inicialmente por Cristiane Maria Alves, em 13 de dezembro de 2024. Ela pretende usar a marca em um podcast voltado ao segmento de streaming de áudio.
Por outro lado, Fernanda Torres deu entrada no pedido em 27 de fevereiro de 2025. A solicitação abrange quatro áreas diferentes: produções de vídeos e filmes, serviços de streaming, agenciamento de artistas e comercialização de produtos audiovisuais, como DVDs e CDs.
A força do uso público
A atriz tem utilizado o bordão de forma constante e natural. Ele aparece em entrevistas, redes sociais e discursos. De acordo com seus representantes, isso reforça a associação espontânea da frase com sua imagem.
Além disso, o uso frequente do bordão pode fortalecer a argumentação jurídica de Fernanda. A familiaridade do público com a expressão pode ser um diferencial decisivo, sobretudo no contexto cultural atual.
A disputa legal e os critérios do INPI
Neste processo, Fernanda conta com a assessoria jurídica da Interação Marcas e Patentes, empresa especializada em propriedade intelectual. A marca atua há décadas no registro de marcas no setor artístico. Dessa forma, a artista busca respaldo técnico para sustentar seu pedido.
Enquanto isso, o INPI aguarda as manifestações de ambas as partes. Cada uma deverá apresentar seus argumentos e comprovar o direito de uso exclusivo do bordão. A decisão deve considerar não apenas o registro formal, mas também a notoriedade, o uso contínuo e a afinidade do termo com os projetos propostos.
O que pode acontecer a partir de agora?
Essa disputa pode se transformar em um processo jurídico demorado. No entanto, também é possível que ambas as partes entrem em acordo amigável. Outra alternativa seria a desistência de uma das partes, abrindo mão dos direitos da marca.
Consequentemente, o INPI terá a responsabilidade de analisar as provas e definir quem tem mais vínculo com o bordão A vida presta para fins comerciais.
O valor simbólico e emocional do bordão
O bordão ficou famoso após o lançamento do filme Ainda Estou Aqui e ganhou força nas redes sociais. Agora, está no centro de uma disputa que vai além da questão legal.
Por isso, o uso da frase carrega esperança e positividade, o que aumenta seu valor simbólico. Tanto Fernanda quanto Cristiane têm razões legítimas para desejar o uso exclusivo da expressão.
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